
A derrota do Sport para o Palmeiras na Libertadores não foi o melhor presente que o clube poderia receber no seu aniversário de 104 anos. Mas com certeza foi igualmente honroso.
Acontece com todo time supostamente invencível: a inevitável queda. E desde a maravilhosa conquista da Copa do Brasil no ano passado o Sport estava provocando os deuses há um bom tempo. Aí veio o tetracampeonato pernambucano invicto e a campanha até então irretocável na Libertadores.
Líder do grupo da morte? Derrotar o atual campeão da Libertadores na casa deles? Ganhar o direito do segundo jogo na Ilha do Retiro? Era demais para ficar impune.
O Sport jogou muito ontem, garantiu a vitória e perdeu nos pênaltis simplesmente porque Marcos estava iluminado. Ontem o cara provou - mais uma vez - porque é goleiro pentacampeão mundial e merece todo o nosso respeito.
O Sport caiu de pé. O técnico Nelsinho Batista e todos os nossos heróis - destaco Fumagalli, Ciro, Igor, Vandinho, Dutra, Durval, Magrão, Hamilton e Daniel Paulista - estão de parabéns pela campanha incrível que deixou muito torcedor fanfarrão dos concorrentes de queixo caído.
Tenho lá minhas ressalvas a Paulo Baier, pois o jogador mais caro do time teve lá sua culpa na derrota em São Paulo - e conferi isso pessoalmente - e no placar de apenas 1 a 0 na Ilha. Talvez seja cedo para falar em demissão, mas uma renegociação de contrato deveria ser cogitada.
Também é vergonhosa a briga de bonecas entre Luxemburgo e Guilherme Beltrão. Isso envergonha a ambos os times. Verdade, é difícil ver Luxinha posando de bonzão depois dessa, mas logo vai chegar a vez dele apanhar em campo de novo.
No mais, parabéns ao glorioso Sport Club do Recife por completar mais um ano como líder do futebol pernambucano, sem falar do respeito conquistado no país. Agora é hora de erguer a cabeça para detonar no Brasileirão, pois lamentar o título perdido não é para nós.
PELO SPORT TUDO!
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