quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Sobre risotos


Nos almoços, sempre fui um adepto fiel do trio arroz-feijão-carne. A esposa diz que sou obcecado com feijão, daí até pouco tempo atrás, não curtia muito almoçar arroz sem ter o feijão complementando. A patroa argumenta que o dito cujo não é necessário para a nutrição, mas já houve algumas vezes que fiquei tonto ou com dor de cabeça pouco depois de arriscar. Não sei o que acontece; só sei que é assim.

Daí estou me descobrindo um bom cozinheiro de risotos. Na verdade, sou tão burro para a gastronomia que nem sabia direito o que era risoto - talvez já tivesse comido em outros anos, mas não absorvi a informação na época.

O bom do risoto são os complementos sortidos e misturados ao arroz: ervilha, cenoura, cebola, ovo, tomate, etc. Dão gosto, deixam o prato mais leve e me deixam menos dependente do feijão. E a esposa tá aprovando meus preparos, o que também é um bom sinal.

Até agora aventurei-me em duas receitas: o risoto de camarão (o segredo é ter um bom caldo de peixe) e o risoto da China (corto a carne em tirinhas e trituro bem os flocos de ovos). Ficam o pipoco! Tô cada vez melhor nisso e vou experimentar outros exemplos depois.

Foto: Cybercook

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