
Imagine ter em casa um balão e um menino de seis anos. O balão sai voando e o menino some. Ele está lá dentro, pensam os pais aflitos. Bate aquela culpa, "eu deveria ter vigiado mais ele". Horas depois, acham o balão sem o menino. Caiu, morreu! Nunca vou me perdoar, pensam os pais...
... e esse tempo todo ele estava escondido no porão.
A culpa vira alívio e o sentimento de vergonha pela superexposição. Vai ser motivo de piada por um bom tempo na vizinhança.
História bizarra, viu? Pelo menos o padre dos balões conseguiu o Darwin Awards.
Foto do UOL; a montagem tosca é minha.
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