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domingo, 25 de abril de 2010
Dois meses depois
Bom, voltei a escrever aqui. Demorei porque não tive tempo. Queria mesmo, mas não achava o momento certo, o assunto, o foco. E ainda não achei, como está dando para notar nesta introdução. Mas minto: achei sim. Acho que a melhor forma de voltar pra cá é esta mesmo: escrever de improviso. Uma quase sessão de terapia. Falando conforme o fluxo, mas com uma diferença: tentar não tornar tudo íntimo demais. A internet é dos stalkers. Aliás, mesmo seus parentes e amigos são stalkers, embora do bem. Querem acessar seu blog para tentar ler nas entrelinhas como eu estou. Se estou bem, mal, feliz, triste, irritado, confuso. Mas tá liberado. Todo mundo que usa internet faz isso. Eu, como leitor de outros blogs, escritos por conhecidos ou anônimos, faço isso, intencionalmente ou não. Mas enfim. Eu estava dizendo que queria falar de mim sem falar demais de mim. Os últimos meses sem vir aqui foram positivos, na minha avaliação. O Quadrisônico está bem, com quase 3 mil acessos em dois meses. Consegui entrevistas com músicos, feedbacks legais aqui e ali, opiniões positivas. Fora isso, uma reportagem minha saiu no caderno de Informática da Folha de São Paulo. Outra está para sair, assim espero. Não vou botar links para nada, pois isso é um trabalho extra que não quero ter aqui. Só quero escrever. Mas é fácil achar, na Folha Online tem uma busca, e o endereço da Folha Online você acha no Google, e o endereço do Google todo mundo sabe qual é. Que mais? Teve essas coisas boas, mas tiveram as ruins, que nem são tão ruins: eu é que as aumento. Fico um pouco frustrado quando meus pequenos planos - arrumar a casa, pagar a conta em tempo, fazer a programação que estabeleci na minha folga, achar um objeto que perdi, postar Playlist do Youtube no Wordpress - não dão certo. Admito que são frustrações pequenas - mesquinhas, até - e momentâneas, mas que ganham status de permanente quando se acumulam. Não acho que seja TOC. Espero que não seja. Ah, também me preocupo com os problemas das pessoas que eu gosto. E não vou dar exemplos aqui, claro, porque não estou autorizado a falar de terceiros. Outra coisa que quera falar aqui é que curto palavras cruzadas. Hahaha! Sempre curti, isso não é novidade, mas eu na minha paranoia quero fazer mais cruzadas daqui para frente para evitar Alzheimer. Sim, com essa idade já penso nisso, visto que ando esquecendo as coisas. Gosto muito da minha memória e quero conservá-la o máximo que puder. E o Sport? Vai ser pentacampeão pernambucano, né? É bom que seja, pois pelo que venho acompanhando, vai ser a única conquista deste ano. Com sorte, a gente volta à série A, mas com esse time, sei não, hein? Teve também terremoto no Haiti e chuva no Rio. O mundo tá acabando, por isso que uma das tags daqui é "fim do mundo". Nada contra. Só queria que acabasse de forma rápida e indolor, mas até isso não vai ser possível, pelo visto. Mas a humanidade merece sofrer. A gente não cuida mesmo direito do planeta, então taí o retorno da nossa burrice e apatia. Mas esse papo vai fazer meus pais acharem que estou deprimido, então vamos para outro: eu gosto mesmo de como as coisas estão rolando na minha vida. Não estou no auge, mas estou me sentindo em uma fase boa sim. Estou um pouco otimista. Sério. Isso não é comum comigo, né, mas estou. Na verdade, o que acho é que estou vendo meus esforços serem recompensados aos poucos, e também me sinto um pouco mais capaz de enxergar e aproveitar oportunidades. Mas acabei de rolar a barra da tela e notar que já falei isso neste texto. Ó só: "Os últimos meses sem vir aqui foram positivos, na minha avaliação". Apenas descrevi mais o que estou sentindo. Mas tá bom, né? Vamos ver se alguém vai ter saco de ler esse calhamaço. Falei que não queria ter trabalho, então nem quebra de parágrafo e estrutura formal vai ter. Lembro que eu curtia o Instante Anterior, finado blog de Bruno Medina, o tecladista do também finado Los Hermanos. E era meio assim, na verborragia sem noção. Sem jornalistices. Propositadamente amador e umbiguista, meio reflexão de adolescente que não é mais adolescente nem se quisesse. E aí? Se isso não foi problema pra você, volta aqui qualquer dia desses que eu posto outro desses. Pode demorar, pode nunca mais acontecer. Mas acho que acontecerá sim. É domingo e está chovendo.
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segunda-feira, 1 de março de 2010
Voltando e mudando tudo
Não foi só o layout, do qual eu já estava cansando. Surgido como um espaço para espantar o tédio com reflexões e mostrando um pouco do que sou, do que leio, do que faço, do que gosto, o blog entrou naquela boa e velha crise de identidade dos blogs surgidos sem compromisso. Daí justifico a parada de atualizações.
Nesse meio tempo, querendo renovações para 2010, resolvi produzir mais sarna para me coçar e criei outro blog, mais focado em uma de minhas predileções para a vida toda: a cultura pop. Eis aqui o Quadrisônico. Visitem sempre, pois ele promete ser meu novo "xodó".
E isso aqui, como fica? Na mesma batida. Como antes, vou falar aqui de tudo, de preferência sobre assuntos que não serão pauta no outro blog. Ele não vai morrer, mas será atualizado com menos frequência. Assinem aí o RSS para serem avisados dos posts novos e não ficarem entrando aqui em vão.
Então nos vemos lá? E aqui também.
Nesse meio tempo, querendo renovações para 2010, resolvi produzir mais sarna para me coçar e criei outro blog, mais focado em uma de minhas predileções para a vida toda: a cultura pop. Eis aqui o Quadrisônico. Visitem sempre, pois ele promete ser meu novo "xodó".
E isso aqui, como fica? Na mesma batida. Como antes, vou falar aqui de tudo, de preferência sobre assuntos que não serão pauta no outro blog. Ele não vai morrer, mas será atualizado com menos frequência. Assinem aí o RSS para serem avisados dos posts novos e não ficarem entrando aqui em vão.
Então nos vemos lá? E aqui também.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Sobre risotos
Nos almoços, sempre fui um adepto fiel do trio arroz-feijão-carne. A esposa diz que sou obcecado com feijão, daí até pouco tempo atrás, não curtia muito almoçar arroz sem ter o feijão complementando. A patroa argumenta que o dito cujo não é necessário para a nutrição, mas já houve algumas vezes que fiquei tonto ou com dor de cabeça pouco depois de arriscar. Não sei o que acontece; só sei que é assim.
Daí estou me descobrindo um bom cozinheiro de risotos. Na verdade, sou tão burro para a gastronomia que nem sabia direito o que era risoto - talvez já tivesse comido em outros anos, mas não absorvi a informação na época.
O bom do risoto são os complementos sortidos e misturados ao arroz: ervilha, cenoura, cebola, ovo, tomate, etc. Dão gosto, deixam o prato mais leve e me deixam menos dependente do feijão. E a esposa tá aprovando meus preparos, o que também é um bom sinal.
Até agora aventurei-me em duas receitas: o risoto de camarão (o segredo é ter um bom caldo de peixe) e o risoto da China (corto a carne em tirinhas e trituro bem os flocos de ovos). Ficam o pipoco! Tô cada vez melhor nisso e vou experimentar outros exemplos depois.
Foto: Cybercook
domingo, 9 de agosto de 2009
O ataque dos clones

Fiz na semana passada mais uma reportagem, desta vez sobre os imigrantes bolivianos de São Paulo que se reúnem todos os domingos na praça Kantuta. Gostei muito de fazer essa daí, pois foi uma tarde agradável e o material ficou legal.
Aqui e aqui. O momento mais intercâmbio foi quando um dos entrevistados perguntou: "não veio aqui para falar mal dos bolivianos não, né?". "Não, a reportagem é para ressaltar a cultura de vocês". "Ah, bom!". Pois é, vida de imigrante é essa cisma mesmo...
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Participações especiais na vida real
Depois daquele meu post sobre Ana Paula Padrão, consolidei uma teoria idiota que já vinha desenvolvendo. Acho que quase todos nós temos um pouco de vida de Simpson, no sentido de ocasionalmente termos participações especiais ilustres cruzando nossos caminhos. Em outras palavras: nós, mortais, conhecendo ou esbarrando com celebridades.
Daí, resolvi fazer um top 5 com os famosos com quem estive cara a cara, e os porquês.
Atenção: alguns momentos de vergolha alheia nas próximas linhas.
* Ana Paula Padrão, por toda a mitologia por trás do sobrenome e por ter sido gente fina. Ver link acima.
* Brian Wilson: por eu ter vindo a São Paulo para ver o show dele, uma lenda do pop, autor de uma música que tocou até no meu casório ("God Only Knows"), e no dia seguinte ao show, ficar a menos de um metro do homem para receber três autógrafos (sim, fui e voltei da fila mais duas vezes). Ele nem olhou a mim nem a ninguém no rosto, mas dane-se.
* Tom Zé: porque fui no camarim para entrevistá-lo, mas não cedi à tentação e pedi autógrafo nos meus encartes de "Tropicália" e de "Jogos de Armar". Também rolou foto. Cinco minutos inesquecíveis.
* Michael Stipe: já falei da minha relação com o R.E.M. aqui antes, mas esqueci de mencionar que quando eles tocaram "The One I Love" em 2001 no Rio, Stipe desceu para um vão próximo ao público. Corri para ver o careca e acho que fiquei a uns três metros dele. Foram poucos segundos, mas foi um momento incrível de um dia igualmente incrível.
* Will Eisner: porque essa outra lenda não só autografou vários livros meus, como também tirou foto, me concedeu uma entrevista curta que usei na minha conclusão do curso de jornalismo, e porque foi simpático durante todo esse tempo. Um mestre, mas também um cara legal.
Menções honrosas para: Matt Dillon (num bar em Olinda!), Rodrigo Santoro (que não sabia usar internet), Fernando Gonsales (autografou uma tira dele em papel jornal), Patti Smith (também desceu para o povão no show), Rita Lee (quando assisti a um ensaio pro show dela no Cais da Alfândega), Chico Science, Marcelo D2, Fábio Massari, Miranda (todos esses nos primeiros Abril Pro Rock), Raimundos (é, até a eles pedi autógrafo; eu era mais novo, sabe?), Angeli, Débora Fallabela (numa boate aqui em SP), Priscila do BBB9, etc.
E vocês, quais foram seus top 5 de contatos com gente famosa?
Daí, resolvi fazer um top 5 com os famosos com quem estive cara a cara, e os porquês.
Atenção: alguns momentos de vergolha alheia nas próximas linhas.
* Ana Paula Padrão, por toda a mitologia por trás do sobrenome e por ter sido gente fina. Ver link acima.
* Brian Wilson: por eu ter vindo a São Paulo para ver o show dele, uma lenda do pop, autor de uma música que tocou até no meu casório ("God Only Knows"), e no dia seguinte ao show, ficar a menos de um metro do homem para receber três autógrafos (sim, fui e voltei da fila mais duas vezes). Ele nem olhou a mim nem a ninguém no rosto, mas dane-se.
* Tom Zé: porque fui no camarim para entrevistá-lo, mas não cedi à tentação e pedi autógrafo nos meus encartes de "Tropicália" e de "Jogos de Armar". Também rolou foto. Cinco minutos inesquecíveis.
* Michael Stipe: já falei da minha relação com o R.E.M. aqui antes, mas esqueci de mencionar que quando eles tocaram "The One I Love" em 2001 no Rio, Stipe desceu para um vão próximo ao público. Corri para ver o careca e acho que fiquei a uns três metros dele. Foram poucos segundos, mas foi um momento incrível de um dia igualmente incrível.
* Will Eisner: porque essa outra lenda não só autografou vários livros meus, como também tirou foto, me concedeu uma entrevista curta que usei na minha conclusão do curso de jornalismo, e porque foi simpático durante todo esse tempo. Um mestre, mas também um cara legal.
Menções honrosas para: Matt Dillon (num bar em Olinda!), Rodrigo Santoro (que não sabia usar internet), Fernando Gonsales (autografou uma tira dele em papel jornal), Patti Smith (também desceu para o povão no show), Rita Lee (quando assisti a um ensaio pro show dela no Cais da Alfândega), Chico Science, Marcelo D2, Fábio Massari, Miranda (todos esses nos primeiros Abril Pro Rock), Raimundos (é, até a eles pedi autógrafo; eu era mais novo, sabe?), Angeli, Débora Fallabela (numa boate aqui em SP), Priscila do BBB9, etc.
E vocês, quais foram seus top 5 de contatos com gente famosa?
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quinta-feira, 21 de maio de 2009
Erótika Fair, de novo
É, fui lá de novo. E de novo tirei foto e escrevi texto, mas dessa vez fiz uns vídeos também.
Não tenho muito a acrescentar em relação ao que já tinha dito antes. Só que esqueci de mencionar uma coisa: pô, por que tanta stripper/modelo/atriz pornô/puta feia, hein? As mais bonitas são tão caras ou difíceis assim?
Não tenho muito a acrescentar em relação ao que já tinha dito antes. Só que esqueci de mencionar uma coisa: pô, por que tanta stripper/modelo/atriz pornô/puta feia, hein? As mais bonitas são tão caras ou difíceis assim?
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Um cara bonito no "Pânico na TV"
Lá pelos cinco minutos de vídeo.
E ao encontrar uma das "BBB"s mais simpáticas, esse mesmo cara mostrou que escreve bem, tira boas fotos e já tava ligado no Impostor.
Ronaldo! Peitcheeenho!
E ao encontrar uma das "BBB"s mais simpáticas, esse mesmo cara mostrou que escreve bem, tira boas fotos e já tava ligado no Impostor.
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
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