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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Acabando o ano

Eu gosto de escrever muito, mas vivemos dias apressados. E daí não tenho tempo pra postar, e tampouco meus 0,5 leitores têm para ler. Então chega. Os dois textos gigantes de "Watchmen" foram o suficiente para ninguém ler mais uma vírgula que seja neste blog daqui até 2010. A partir de agora, inicio uma série de posts mais concisos. Sem data para acabar. Começando por este.

Espero que você que esteja lendo isto goste da novidade e use a caixa de comentários para dizer o que acha. Eu mesmo sou o meu leitor número 1 - o que é óbvio, pois se eu mesmo não me lesse, gostasse do que escrevo e me autocriticasse, quem mais o faria? - mas também gosto muito de saber a opinião dos outros, caso ainda não tenha ficado claro.

E é isso. Simbora.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Twittar ou não twittar?


Ilustra do Kemp (enviado pelo @comunicadores), mas peguei no Blog de Tas

Estou chegando atrasado no assunto a essa altura, mas enfim, quem se importa? Afinal, como bem filosofou Flávia: "as coisas aconteciam assim tão rápido, antes do Twitter? Difícil acompanhar o mundo depois de uma manhã offline".

Até deviam acontecer, mas confesso que o Twitter se tornou, parafraseando o filme lá, um vício frenético que às vezes deixa esse mundo ainda mais difícil de se assimilar. Continua divertido e não consigo não ler as atualizações, mas o processo de avacalhação e "orkutização" tá à toda.

Você já deve ter sabido do micão das celebridades tentando se tornar trendsetters de Twitter com a ajuda de Ashton Kutcher; e se não soube, clica aí e deixa de ser desinformado.

Já deve saber da tal tag #forasarney que eles e outros "Che Guevara de mouse" (termo excelente que, claro, li no Twitter) estão tentando emplacar para fazer (cof!) pressão em cima do bigode. Marcaram via Twitter uns protestos; e por ter sido coisa de Twitter, lógico que os protestos iriam baleiar.

E quer rir mais? Lê aí o mimimi de Tico Santa Cruz, que vamos admitir, pelo menos foi o único que teve a "coragem" (?) de conferir in loco um dos "protestos".

Agora quer chorar? Toda essa bagaceira pra Lula e Sarney rirem da gente.

Assim... sei que nossa geração é um lixo em se tratando de consciência política, mas pior que isso é fingir que tem essa consciência e achar que o maranhense gente boa vai deixar a mamata só por causa de uma tag de Twitter. Pode até fazer a tag, mas não fique só nisso.

Quer mesmo começar alguma coisa? Vai ler jornais (no plural; não fica só com o "JN" e "Veja") e discutir o assunto na escola, trabalho ou no bairro (ao vivo, não só no Twitter, preguiçoso!), para pelo menos saber por que tá protestando. Vai pra Brasília e faz umas perguntas boas na cara do bigode, sem medo de cascudo de segurança. Manifeste-se sobre isso se Lula aparecer publicamente na sua cidade. E o mais importante: não vote nos ladrões no ano que vem.

O assunto ainda não esfriou e vamo ver se ele sai mesmo. Mas cuidado que esses caras são que nem a mosca de Raul Seixas: mata-se um e vem outro no lugar ainda pior.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Ninguém sentiu falta, mas voltei rapidinho

Para dizer o que achei dos finais de seriados que assisto, do caso "Dez na Área" e sei lá mais o quê. Vamulá:

"Lost" - A temporada veio já no embalo de início do fim da série, ou seja, deve ter sido a primeira temporada que se preocupou mais em explicar do que confundir. O que é necessário e louvável para que a série não seguisse o mau exemplo de "Arquivo X". Mas talvez por isso achei a temporada meio chocha, com poucos acontecimentos impactantes e deixando personagens importantes muito separados entre si - o trio Jack, Kate e Sawyer, por exemplo, só se reencontrou praticamente no final. Ainda assim, eles ainda conseguem manter mistérios e ambiguidades pela forma torta que a série conta a história e traz informações novas. Ainda não sei se esse lance sci-fi de viagem no tempo-teoria eletromagnética é o que eu queria como resposta, assim como não gostaria que Jacob fosse algum deus ou coisa do tipo. Mas eu sei que o melhor episódio da temporada, felizmente, foi o final. Tem ação, suspense, informações importantes, acontecimentos que vão mudar tudo, enfim, muito instigado.

"24 Horas" - A sétima temporada foi boa. Ponto. Não foi incrível, nem ruim. Só boa. Ruim mesmo foi aquela sexta temporada, e incríveis mesmo foram a primeira e a quinta. Mas essa sétima foi boa porque teve um bom ritmo, boas cenas de ação, elenco ok. Não foi melhor porque a série está realmente se repetindo. A ameaça geral alterna entre uma bomba ou um gás tóxico; o lance de americanos serem os inimigos já foi usado melhor na quinta temporada; a CTU fechada foi interessante, mas o FBI foi uma CTU wannabe. Tony Almeida voltar dos mortos como vilão/herói/vilão de novo foi bem forçadinho, mas pelo menos criou um adversário à altura de Jack. Falando nele, a doença foi interessante como história, mas comprometeu muito a ação. Chloe foi legal, mas foi mal aproveitada e aquela Janis foi bem dispensável. Gostei de Renee Walker, e gostei muito de Alison Taylor, a nova presidente. Espero que ela continue na temporada que vem.

"Big Bang Theory" - A temporada foi toda muito legal, mas o final foi fraquinho. Não engoli muito a ideia de que eles aceitaram ir ao Pólo Norte com Sheldon sem resistir muito, ainda que por três meses. Ok, eles já viam ele todo dia mesmo, mas isolados no Pólo Norte? Pelo menos deve dar uma mexida boa na dinâmica deles com Penny. Acho que ela começa a temporada que vem com namorado novo. Veremos.

"Ugly Betty" - A morte da esposa de Daniel foi triste, mas era esperada, portanto nenhuma surpresa aí. Também era esperado que aquele romance entre Betty e Matt acabaria de alguma forma, para deixá-la livre no início da temporada. Afinal, protagonista só encontra seu amor pra sempre no final do seriado/filme. A temporada começou mal, com a saída de Rebecca Romjin e Wilhelmina tentando não ser vilã, mas felizmente ela voltou ao rumo do mal na reta final. Fiquei com pena de Marc, mas ele tava merecendo uma má notícia por acobertar tantas maldades da chefe dele. Fiquei satisfeito com o final, mas também nunca tenho muitas expectativas em "Ugly Betty".

Caso "Dez na Área" - Na verdade não preciso dizer muito, pois Marcelo Tas e Xico Sá falaram tudo como eu gostaria de ter dito. Lê lá e deixe de seu preconceito velho com quadrinhos, ok?

Coreia do Norte - Eu quero mais que o mundo exploda rápido, pois ele não tem muito jeito. Ou tem? Agiliza logo os trabalhos, Kim Jong Il! Se não vai explodir, então por favor, dirija-se à prisão perpétua voluntariamente e deixe de fazer seu povo - e o juízo da ONU - sofrer.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Esses nerds virgens

Meus dois leitores devem lembrar do dia que conheci as coelhinhas da "Playboy". Daí teve a Campus Party na semana passada e a coelhinha ruiva Ana Lúcia Fernandes foi bolinada.

O caso rendeu muita falação na blogaiada, a foto de Flickr mais comentada que já vi e o tal do bolinador até apagou sua conta do Twitter.

Eu poderia falar o quanto isso essa atitude imbecil - que rendeu até um bizarro "bem feito!" à coelhinha vindo de uma dançarina do ventre (!!) - reforça que ainda vivemos em um mundo escrotamente e dissimuladamente machista (na verdade estou usando aquela técnica do "não vou dizer, mas já estou dizendo", caso não tenham notado).

Também poderia enfatizar que o caso fica mais chato ao saber que Ana Lúcia, pelos três minutos que falei com ela, parecia ser um doce de pessoa, muito profissional e não merecia mesmo um mico desses.

Mas prefiro comentar o assunto deste post cheio de links parafraseando o rapaz abaixo:

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

BlogDay 2008



Tô entrando de enxerido nesse lance de BlogDay, então sem mais, linko cinco blogs que venho acompanhando. Como eu basicamente acompanho os blogs do blogroll aí do lado, vou usar como critério os blogs novos de jornalismo que venho lendo mais recentemente:

* Marcelo Tas: porque ele é do CQC, ligado nas novidades, tem opiniões parecidas com as minhas.

* Pedro Dória: porque leio desde o finado No Mínimo, tem uma visão bastante ampla e dinâmica sobre política internacional, além de frivolidades interessantes.

* Ricardo Calil: também ex-No Mínimo, análises interessantes sobre cinema que às vezes discordo, mas sempre respeito.

* Blog Universo HQ: opiniões pertinentes sobre quadrinhos em aspectos bem fora do comum.

* Blog dos quadrinhos: O único que não tá aí no blogroll, mas um dia eu incluo. Também sobre HQ, com notícias em primeira mão, principalmente dos lançamentos nacionais.

Além dos blogs dos amigos e de outros que nem conheço - todos aí do lado.