Depois daquele meu post sobre Ana Paula Padrão, consolidei uma teoria idiota que já vinha desenvolvendo. Acho que quase todos nós temos um pouco de vida de Simpson, no sentido de ocasionalmente termos participações especiais ilustres cruzando nossos caminhos. Em outras palavras: nós, mortais, conhecendo ou esbarrando com celebridades.
Daí, resolvi fazer um top 5 com os famosos com quem estive cara a cara, e os porquês.
Atenção: alguns momentos de vergolha alheia nas próximas linhas.
* Ana Paula Padrão, por toda a mitologia por trás do sobrenome e por ter sido gente fina. Ver link acima.
* Brian Wilson: por eu ter vindo a São Paulo para ver o show dele, uma lenda do pop, autor de uma música que tocou até no meu casório ("God Only Knows"), e no dia seguinte ao show, ficar a menos de um metro do homem para receber três autógrafos (sim, fui e voltei da fila mais duas vezes). Ele nem olhou a mim nem a ninguém no rosto, mas dane-se.
* Tom Zé: porque fui no camarim para entrevistá-lo, mas não cedi à tentação e pedi autógrafo nos meus encartes de "Tropicália" e de "Jogos de Armar". Também rolou foto. Cinco minutos inesquecíveis.
* Michael Stipe: já falei da minha relação com o R.E.M. aqui antes, mas esqueci de mencionar que quando eles tocaram "The One I Love" em 2001 no Rio, Stipe desceu para um vão próximo ao público. Corri para ver o careca e acho que fiquei a uns três metros dele. Foram poucos segundos, mas foi um momento incrível de um dia igualmente incrível.
* Will Eisner: porque essa outra lenda não só autografou vários livros meus, como também tirou foto, me concedeu uma entrevista curta que usei na minha conclusão do curso de jornalismo, e porque foi simpático durante todo esse tempo. Um mestre, mas também um cara legal.
Menções honrosas para: Matt Dillon (num bar em Olinda!), Rodrigo Santoro (que não sabia usar internet), Fernando Gonsales (autografou uma tira dele em papel jornal), Patti Smith (também desceu para o povão no show), Rita Lee (quando assisti a um ensaio pro show dela no Cais da Alfândega), Chico Science, Marcelo D2, Fábio Massari, Miranda (todos esses nos primeiros Abril Pro Rock), Raimundos (é, até a eles pedi autógrafo; eu era mais novo, sabe?), Angeli, Débora Fallabela (numa boate aqui em SP), Priscila do BBB9, etc.
E vocês, quais foram seus top 5 de contatos com gente famosa?
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segunda-feira, 27 de julho de 2009
Participações especiais na vida real
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quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Top 5 crianças bizarras da internet
Isso aí, semana da criança tá aí e vamos homenagear esses
* "I like turtles" - o garoto mais demente que muito zumbi de George Romero
* Maísa - o clássico nacional, bêbada, com microfone na bunda e ar de diva
* Wendy Sulca - o clássico peruano, com seus agudinhos que parecem soluços, a harpa de Hugo Chávez e canções sobre tetas e pais mortos
* "É fistaile!" - ???
* A menina pastora - Galvão Bueno e Sìlvio Luiz têm inveja do gogó dela; Edir Macedo, George Bush e John McCain a têm como exemplo de controle das massas; Satã se caga de medo dela. A mestra das crianças e dos adultos também, meu irmão!
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quarta-feira, 16 de julho de 2008
Expectativa Batman: Top 5 Batmóveis
Sem mais delongas, vamos à lista dos Batmóveis mais importantes da mitologia do Batman.

Batmóvel de 1950 - Em fevereiro de 1950, a revista Detective Comics #156 apresentou um novo Batmóvel. Depois que o carro foi destruído anteriormente perseguindo uma gangue, Batman revelou que ele tinha planos para um novo Batmóvel, um que seria "dez anos à frente de qualquer outra coisa sobre rodas". Embora a forma do carro (o nariz em particular) lembrasse um Studebaker, era tão longo quanto um Chrysler Imperial; no interior era um laboratório completo com armários, assento e um balcão. Outras características do automóvel eram um nariz "lâmina de faca" para cortar barreiras, um refletor no teto do carro que poderia reproduzir o bat-sinal, um toldo de plástico, foguetes propulsores, radares e telas de TV. Desenhos de modelos antigos incluíam a barbatana vertical e a máscara de morcego. Embora a concepção básica se manteria por vários anos, os detalhes específicos do carro evoluiriam várias vezes ao longo dos anos 1950. É considerado um dos modelos mais clássicos do Batmóvel nos quadrinhos e influenciou muitos outros visuais que vieram depois.

Batmóvel da série de TV (1966) - O montador de George Barris é o responsável pela concepção do Batmóvel que iria aparecer no seriado que se tornou clássico. Com apenas três semanas para construir o carro, Barris decidiu utilizar um modelo da Ford, o carro-conceito Lincoln Futura, como base. A Futura funcionou como Batmóvel porque trazia muitas batfunções já incorporadas ao projeto, como as longas barbatanas e capota em bolha. Ele reforçou o visual convertendo o nariz em uma máscara de morcego integrada. Com a carroçaria concluída, o carro foi pintado em preto e detalhes em vermelho para acentuar as linhas de carro. O carro trazia muitos gadgets, como o famoso "motor de turbina atômica" (na verdade, um motor Ford V8), lasers, mísseis, telefone, radar e computador de bordo. Se necessário, o Batmóvel é capaz de um rápido giro em 180 graus graças a dois pára-quedas, e traz ainda um emissor de fumaça para despistar buscas. Por sua popularidade duradoura, a sua influência continuou nas HQs e desenhos animados. Hoje é considerado por muitos como "o" Batmóvel.

Batmóvel da minissérie Cavaleiro das Trevas (1986) - Na história, anos depois da aposentadoria, Bruce Wayne ressuscita Batman quando uma gangue de mutantes ameaça Gotham City. Assim começa uma das mais populares histórias alternativas de Batman. Este é o maior Batmóvel já feito, e facilmente preenche três faixas em uma rodovia. Batman menciona o modo como ele "o modificou durante alguns sórdidos tumultos" 15 anos antes, e que a única coisa que pode danificá-lo "não é deste planeta". Possui armas de tiros, granadas e ataques de lança-foguetes, e oferece a sua própria matriz de armamento pesado. Para além das suas capacidades ofensivas, este Batmóvel está equipado com uma extensa ala médica. Ou seja, é praticamente um tanque de guerra, e é apontado como uma das maiores inspirações para o Tumbler dos filmes novos.

Batmóvel de Tim Burton (1989) - Graças à revitalização do Batman nos quadrinhos dos anos 80 por Frank Miller, a Warner resolveu levar a Morcega pro cinema sob a direção neo-gótica de Tim Burton. Anton Furst foi o desenhista de produção da Gotham City e do Batmóvel. Ele queria o carro diferente de qualquer encarnação anterior, uma combinação de força bruta e de design clássico. A equipe de produção uniu longitudinalmente dois chassis de Impala, e o carro ganhou motor de uma Chevy V8, além de pneus personalizados a la Mickey Thompson, lenda do off-road. O resultado era ao mesmo tempo uma nova concepção e uma junção dos elementos clássicos do veículo. Em vez do morcego-máscara frontal, um nariz de turbina a jato e lanternas baixas. A traseira do carro foi influenciada pelos carros da década de 1930, com um par de barbatanas curtas. No interior, um cockpit semelhante ao de aeronaves, com monitor, sistema de diagnóstico, gravador de CD, e sistema de comando por voz. O carro poderia envolver-se em uma pesada armadura-casulo, e trazia metralhadoras, lança-discos e aríete, além do modo "Batmíssil", onde a parte central do carro se torna um módulo de fuga. Inspirou um veículo similar no desenho Batman: The Animated Series, e é uma das versões mais populares do Batmóvel.

Batmóvel "Tumbler" (2005) - O atual Batmóvel já nsaceu clássico. Batman voltava ao cinema em Batman Begins, depois de oito anos após o malfadado Batman & Robin. Begins foi considerado um reinício que pretendia um Batman mais realista que as versões antigas, daí o famoso veículo também foi redesenhado. Nathan Crowley e o diretor Christopher Nolan desenharam o conceito e Chris Corbould e Andy Smith o construíram. Com nove metros de largura e 15 de comprimento, o carro pesava 2,5 toneladas (a incrível blindagem é um dos seus pontos fortes), mas ainda era capaz de ir de 0 a 60 milhas por hora em menos de seis segundos, com a velocidade máxima de 110 milhas por hora (acho que isso dá 137 Kh/H). Graças ao seu design único, também é capaz de fazer saltos de até nove metros. No modo ataque, o banco do condutor move-se para o centro do carro, e o motorista é reposicionado com o rosto para baixo com a cabeça no centro entre as rodas dianteiras. Isto serve para blindar mais o motorista e a posição reduz o risco de lesão quando fizer manobras extremas de condução. Um par de metralhadoras na frente do carro, entre as rodas dianteiras, além de bombas para furar pneus dos carros que o perseguem, completam o arsenal básico do carro.
Fontes: o site de fãs do Batmóvel de 1966 e o Batmobile History
Batmóvel de 1950 - Em fevereiro de 1950, a revista Detective Comics #156 apresentou um novo Batmóvel. Depois que o carro foi destruído anteriormente perseguindo uma gangue, Batman revelou que ele tinha planos para um novo Batmóvel, um que seria "dez anos à frente de qualquer outra coisa sobre rodas". Embora a forma do carro (o nariz em particular) lembrasse um Studebaker, era tão longo quanto um Chrysler Imperial; no interior era um laboratório completo com armários, assento e um balcão. Outras características do automóvel eram um nariz "lâmina de faca" para cortar barreiras, um refletor no teto do carro que poderia reproduzir o bat-sinal, um toldo de plástico, foguetes propulsores, radares e telas de TV. Desenhos de modelos antigos incluíam a barbatana vertical e a máscara de morcego. Embora a concepção básica se manteria por vários anos, os detalhes específicos do carro evoluiriam várias vezes ao longo dos anos 1950. É considerado um dos modelos mais clássicos do Batmóvel nos quadrinhos e influenciou muitos outros visuais que vieram depois.
Batmóvel da série de TV (1966) - O montador de George Barris é o responsável pela concepção do Batmóvel que iria aparecer no seriado que se tornou clássico. Com apenas três semanas para construir o carro, Barris decidiu utilizar um modelo da Ford, o carro-conceito Lincoln Futura, como base. A Futura funcionou como Batmóvel porque trazia muitas batfunções já incorporadas ao projeto, como as longas barbatanas e capota em bolha. Ele reforçou o visual convertendo o nariz em uma máscara de morcego integrada. Com a carroçaria concluída, o carro foi pintado em preto e detalhes em vermelho para acentuar as linhas de carro. O carro trazia muitos gadgets, como o famoso "motor de turbina atômica" (na verdade, um motor Ford V8), lasers, mísseis, telefone, radar e computador de bordo. Se necessário, o Batmóvel é capaz de um rápido giro em 180 graus graças a dois pára-quedas, e traz ainda um emissor de fumaça para despistar buscas. Por sua popularidade duradoura, a sua influência continuou nas HQs e desenhos animados. Hoje é considerado por muitos como "o" Batmóvel.
Batmóvel da minissérie Cavaleiro das Trevas (1986) - Na história, anos depois da aposentadoria, Bruce Wayne ressuscita Batman quando uma gangue de mutantes ameaça Gotham City. Assim começa uma das mais populares histórias alternativas de Batman. Este é o maior Batmóvel já feito, e facilmente preenche três faixas em uma rodovia. Batman menciona o modo como ele "o modificou durante alguns sórdidos tumultos" 15 anos antes, e que a única coisa que pode danificá-lo "não é deste planeta". Possui armas de tiros, granadas e ataques de lança-foguetes, e oferece a sua própria matriz de armamento pesado. Para além das suas capacidades ofensivas, este Batmóvel está equipado com uma extensa ala médica. Ou seja, é praticamente um tanque de guerra, e é apontado como uma das maiores inspirações para o Tumbler dos filmes novos.
Batmóvel de Tim Burton (1989) - Graças à revitalização do Batman nos quadrinhos dos anos 80 por Frank Miller, a Warner resolveu levar a Morcega pro cinema sob a direção neo-gótica de Tim Burton. Anton Furst foi o desenhista de produção da Gotham City e do Batmóvel. Ele queria o carro diferente de qualquer encarnação anterior, uma combinação de força bruta e de design clássico. A equipe de produção uniu longitudinalmente dois chassis de Impala, e o carro ganhou motor de uma Chevy V8, além de pneus personalizados a la Mickey Thompson, lenda do off-road. O resultado era ao mesmo tempo uma nova concepção e uma junção dos elementos clássicos do veículo. Em vez do morcego-máscara frontal, um nariz de turbina a jato e lanternas baixas. A traseira do carro foi influenciada pelos carros da década de 1930, com um par de barbatanas curtas. No interior, um cockpit semelhante ao de aeronaves, com monitor, sistema de diagnóstico, gravador de CD, e sistema de comando por voz. O carro poderia envolver-se em uma pesada armadura-casulo, e trazia metralhadoras, lança-discos e aríete, além do modo "Batmíssil", onde a parte central do carro se torna um módulo de fuga. Inspirou um veículo similar no desenho Batman: The Animated Series, e é uma das versões mais populares do Batmóvel.
Batmóvel "Tumbler" (2005) - O atual Batmóvel já nsaceu clássico. Batman voltava ao cinema em Batman Begins, depois de oito anos após o malfadado Batman & Robin. Begins foi considerado um reinício que pretendia um Batman mais realista que as versões antigas, daí o famoso veículo também foi redesenhado. Nathan Crowley e o diretor Christopher Nolan desenharam o conceito e Chris Corbould e Andy Smith o construíram. Com nove metros de largura e 15 de comprimento, o carro pesava 2,5 toneladas (a incrível blindagem é um dos seus pontos fortes), mas ainda era capaz de ir de 0 a 60 milhas por hora em menos de seis segundos, com a velocidade máxima de 110 milhas por hora (acho que isso dá 137 Kh/H). Graças ao seu design único, também é capaz de fazer saltos de até nove metros. No modo ataque, o banco do condutor move-se para o centro do carro, e o motorista é reposicionado com o rosto para baixo com a cabeça no centro entre as rodas dianteiras. Isto serve para blindar mais o motorista e a posição reduz o risco de lesão quando fizer manobras extremas de condução. Um par de metralhadoras na frente do carro, entre as rodas dianteiras, além de bombas para furar pneus dos carros que o perseguem, completam o arsenal básico do carro.
Fontes: o site de fãs do Batmóvel de 1966 e o Batmobile History
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Expectativa Batman: Top 5 BatFails
Uma das coisas mais infames da internet é o Failblog, cujo objetivo é receber dos internautas imagens de situações sem noção, "vacilos". Baseado no tal blog, vamos elencar cinco entre os momentos mais infames do Batman em seus 69 anos de existência.

Ace, o Bat-Cão (Ace, the Bat-Hound) - Antes da editora DC Comics lançar em 1985 um evento chamado Crise nas Infinitas Terras, que arrumou sua bagunçada cronologia, seus personagens passaram por muitos anos de coisas bizarras. Nos anos 50, os quadrinhos de heróis focaram muito no público infantil por conta da censura imposta pelos conservadores, que viam o preconceituoso livro Sedução do Inocente, de Fredric Wertham, como uma bíblia.
Apenas tudo isso justifica que Super-Homem e Batman tivessem cachorros de estimação que também os ajudavam a combater o crime. O Super tinha Krypto e Batman tinha Ace, o Bat-Cão, que surgiu nos quadrinhos em 1955! Após Crise, o faceiro pastor alemão-morcego saiu de cena de uma vez por todas. No entanto, voltou recentemente à cultura pop no desenho animado de seu colega, Krypto, voltado para - adivinhem - o público infantil.

Bat-Mirim (Bat-Mite) - Outra cria dos anos 50 - 1959, para ser mais exato -, ele também tem sua origem baseada em experimentos anteriores com o Super-Homem; um dos vilões do Homem de Aço, Sr. Mxyzptlk, era um duende da Quinta Dimensão com poderes quase ilimitados e atormentava o kryptoniano o tempo todo. "Ora, o que funciona com o Super funcionará com o Batman", deve ter pensado os editores quando aprovaram o Bat-Mirim, duende similar ao Mxyzptlk. A maior diferença é que o pequeno era fã do Cavaleiro das Trevas e tentava ajudá-lo com seus poderes, mas como todo atrapalhado da ficção, a ajuda só atrapalhava...
Os fãs mais antigos do Batman costumam lembrar do Bat-Mirim de um dos desenhos animados do Morcego, The New Adventures of Batman, de 1977, onde era um personagem constante. A DC Comics também havia abolido o infeliz nos últimos anos, mas apareceu há poucos meses uma capa de revista onde o Bat-Mirim ressurge estilhaçando uma janela. Até onde sei, a revista contendo essa capa, Gotham Underground, ainda não foi lançada.

Primeira luta do Batman - Batman Ano Um é uma minissérie de sucesso escrita por Frank Miller e desenhada por David Mazzuchelli, na qual a origem do Batman é recontada e atualizada. Uma cena em questão mostra o vacilo de Bruce Wayne. Antes de decidir que o morcego seria a base de seu uniforme, ele decide iniciar a carreira de vigilante sem uniforme, apenas com uma sutil maquiagem de cicatriz e gorro para não o identificarem. Durante uma luta com criminosos próxima ao bordel onde trabalhava Selina Kyle (ainda antes de se tornar a Mulher-Gato), Wayne perde o controle da situação e começa a apanhar feio das prostitutas! É uma cena tensa quando lemos a revista, mas repassando depois, acaba sendo bem engraçado também.

Batman cantando - No ótimo desenho Liga da Justiça Sem Limites, um dos episódios mais esquisitos é quando a Mulher-Maravilha é transformada em uma porca (!) por uma vilã. Para salvar a amiga, sabendo que não tem como rivalizar em poderes com a tal vilã, Batman resolve negociar. Ela reverte o feitiço, mas em troca o orelhudo precisa dar a ela um segredo pessoal muito importante. Daí, já que estavam se enfrentando em uma boate, ele resolve revelar que sabe cantar! Sim, o temido e respeitado Cavaleiro das Trevas solta um petardo brega digno de Agnaldo Timóteo por uma boa causa, mas que o momento é constrangedor, isso é.

Batman apanhando de maloqueiros - Batman às vezes sai de Gotham e inventa de enfrentar bandidos em outros países. Veio parar no Brasil, até, e aqui se deu mal, pois teve que enfrentar trombadinhas no Rio de Janeiro. Como o Morcego tem um rígido código de ética que o impede de machucar crianças, só lhe restou apanhar dos pivetes. Batman enfrenta gente ultrapoderosa como o Super-Homem na boa, mas perde de crianças? Tsc. Fail!
Fontes: meu irmão Wikipedia e o Melhores do Mundo

Ace, o Bat-Cão (Ace, the Bat-Hound) - Antes da editora DC Comics lançar em 1985 um evento chamado Crise nas Infinitas Terras, que arrumou sua bagunçada cronologia, seus personagens passaram por muitos anos de coisas bizarras. Nos anos 50, os quadrinhos de heróis focaram muito no público infantil por conta da censura imposta pelos conservadores, que viam o preconceituoso livro Sedução do Inocente, de Fredric Wertham, como uma bíblia.
Apenas tudo isso justifica que Super-Homem e Batman tivessem cachorros de estimação que também os ajudavam a combater o crime. O Super tinha Krypto e Batman tinha Ace, o Bat-Cão, que surgiu nos quadrinhos em 1955! Após Crise, o faceiro pastor alemão-morcego saiu de cena de uma vez por todas. No entanto, voltou recentemente à cultura pop no desenho animado de seu colega, Krypto, voltado para - adivinhem - o público infantil.

Bat-Mirim (Bat-Mite) - Outra cria dos anos 50 - 1959, para ser mais exato -, ele também tem sua origem baseada em experimentos anteriores com o Super-Homem; um dos vilões do Homem de Aço, Sr. Mxyzptlk, era um duende da Quinta Dimensão com poderes quase ilimitados e atormentava o kryptoniano o tempo todo. "Ora, o que funciona com o Super funcionará com o Batman", deve ter pensado os editores quando aprovaram o Bat-Mirim, duende similar ao Mxyzptlk. A maior diferença é que o pequeno era fã do Cavaleiro das Trevas e tentava ajudá-lo com seus poderes, mas como todo atrapalhado da ficção, a ajuda só atrapalhava...
Os fãs mais antigos do Batman costumam lembrar do Bat-Mirim de um dos desenhos animados do Morcego, The New Adventures of Batman, de 1977, onde era um personagem constante. A DC Comics também havia abolido o infeliz nos últimos anos, mas apareceu há poucos meses uma capa de revista onde o Bat-Mirim ressurge estilhaçando uma janela. Até onde sei, a revista contendo essa capa, Gotham Underground, ainda não foi lançada.

Primeira luta do Batman - Batman Ano Um é uma minissérie de sucesso escrita por Frank Miller e desenhada por David Mazzuchelli, na qual a origem do Batman é recontada e atualizada. Uma cena em questão mostra o vacilo de Bruce Wayne. Antes de decidir que o morcego seria a base de seu uniforme, ele decide iniciar a carreira de vigilante sem uniforme, apenas com uma sutil maquiagem de cicatriz e gorro para não o identificarem. Durante uma luta com criminosos próxima ao bordel onde trabalhava Selina Kyle (ainda antes de se tornar a Mulher-Gato), Wayne perde o controle da situação e começa a apanhar feio das prostitutas! É uma cena tensa quando lemos a revista, mas repassando depois, acaba sendo bem engraçado também.

Batman cantando - No ótimo desenho Liga da Justiça Sem Limites, um dos episódios mais esquisitos é quando a Mulher-Maravilha é transformada em uma porca (!) por uma vilã. Para salvar a amiga, sabendo que não tem como rivalizar em poderes com a tal vilã, Batman resolve negociar. Ela reverte o feitiço, mas em troca o orelhudo precisa dar a ela um segredo pessoal muito importante. Daí, já que estavam se enfrentando em uma boate, ele resolve revelar que sabe cantar! Sim, o temido e respeitado Cavaleiro das Trevas solta um petardo brega digno de Agnaldo Timóteo por uma boa causa, mas que o momento é constrangedor, isso é.

Batman apanhando de maloqueiros - Batman às vezes sai de Gotham e inventa de enfrentar bandidos em outros países. Veio parar no Brasil, até, e aqui se deu mal, pois teve que enfrentar trombadinhas no Rio de Janeiro. Como o Morcego tem um rígido código de ética que o impede de machucar crianças, só lhe restou apanhar dos pivetes. Batman enfrenta gente ultrapoderosa como o Super-Homem na boa, mas perde de crianças? Tsc. Fail!
Fontes: meu irmão Wikipedia e o Melhores do Mundo
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