Pois é, devido a questões profissionais terei que acompanhar de perto o "Big Brother Brasil". E para eu não sofrer sozinho, divido com meus dois leitores as minhas impressões sobre esta edição. Vamos lá:
Sobre as novidades do formato. O lance dos lados A e B parecia ser uma roubada, mas já dá para perceber que criou uma dinâmica realmente nova. Acho que a intenção de criar ambientes desiguais era mostrar como diferentes pessoas se adaptam melhor a diferentes meios (antropólogos devem delirar com isso).
Daí que o grupo B, contrariando as expectativas, não só não se importou com a falta de luxo como permaneceu um grupo muito mais unido e animado que o A. Li neste blog uma sugestão interessante: e se os dois grupos trocassem de ambiente por uma semana? O grupo A, já acomodado, sofreria no lado B? Boninho, rapá, investe na ideia.
Mas a novidade mais tosca foi mesmo a casa de vidro. Porra, você tem o trabalho de escalar quatro infelizes, anunciá-los na imprensa, as pessoas já criando suas expectativas de como eles se portarão na casa... para de repente, de forma muito arbitrária, separá-los dos demais para ficar na jaula em um shopping. E antes se a "bolha" criasse uma tensão nova, deixando eles putos de estarem ali, mas eles ficam o dia inteiro sorrindo e posando para fotos! A casa de vidro conseguiu o impossível: ser mais entediante que a casa oficial.
Sobre os participantes. Eu não sei se foi sorte ou se aquele sorteio do primeiro dia foi marmelada, mas perceberam como cada lado teve seu velhinho, sua miss, três casais? Mas mesmo com a divisão, dá para perceber que o grupo inteiro é muito homogêneo; todos muito bonzinhos e diplomáticos. Até o momento, ninguém aparenta que vai se tornar o vilão. Mas ainda é cedo, e nos outros anos, os vilões e panelas só começam a surgir lá depois do segundo paredão.
Agora, sobre cada um individualmente. Confesso que torcia por Michele, porque é pernambucana, a mais gata e representou o Sport no "Musa do Brasileirão de 2007". Mas eu sei que as gatas nunca ganham o programa, porque o povo sabe que elas podem lucrar na "Playboy" e afins. E para piorar, ela ainda está bem apagadinha. Aliás, apagado é o grupo A quase inteiro (Ralf, Newton, Mirla, Alexandre e a mais enjoada, Ana Carolina). A véia Naiá é que talvez encha o saco daqui a um tempo. A ranzinzice enrustida dela (fica limpando a casa o tempo todo) pode render algo em breve.
Norberto tem sido, a meu ver, o grande candidato ao milhão. Já chegou chegando: "aqui dentro vale tudo!" Vai ter pena do véio! Ele é bem humorado, carismático, se enturma fácil, mas também inteligente, muito observador e já deve estar estudando as estratégias.
Já o restante do B é aquela baixaria de sempre: a putona da vez é Priscila, a cu doce é Milena, a sem noção é Francine, Max deixou o posto de possível vilão para ser só mais um simpático (mas pelo menos ele instiga a galera, diferente dos homens frouxos do A), Flávio achei que seria o gay, mas aparentemente gosta de mulher (mas recusou um beijo de Milena, então sei não, hein?) e Leonardo é o retardado. Enfim, um elenco de "Big Brother" perfeito! Hahaha.
Agora é esperar os dois grupos se juntarem para ver as desgraças acontecerem. E acompanhem o Big Bosta Brasil que tá totalmente excelente.
2 comentários:
Três leitores, Marcio!
Gostei da sua análise. E também tinha pensado que esta divisão dos integrantes foi proposital.
Ah, e realmente, você não está sofrendo sozinho! haha
O "dois leitores" é metafórico, Ludi. Mas nem tanto: digamos que eu tenho quatro ou cinco leitores.
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