Carnaval nada. O ano começa quando começa o "BBB".
Vai ter em SP: Metallica, Gossip, Franz Ferdinand, Beyoncé e Shakira. E se São John Lennon permitir, Paul McCartney estará entre nós.
Copa na África do Sul! Seremos hexa? Hexa de verdade, não como o Flamengo...
Eleição para presidente, governador, senador e deputados. Trocando os sujos pelos mal lavados.
"24 Horas" e "Lost" vão acabar... triste.
Passagem de ônibus vai aumentar em São Paulo a partir de hoje. Muito mais triste ainda.
Vai ter nos cinemas "Homem de Ferro 2" e "Fúria de Titãs". O horário eleitoral começa em janeiro com "Lula, o Filho do Brasil". O Oscar terá dez indicados a melhor filme.
E o fim do mundo continuará e será twittado em tempo real.
Esqueci algo?
Que seja dada a largada.
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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Puxa o rio mais pra cima, por favor
Segundo a Folha Online, Lula mudou lei para agilizar transposição do rio São Francisco e também beneficiar outros projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). A tal mudança apressaria a desapropriação de uma série de terrenos de propriedade particular.
A bem da verdade, pra mim essa transposição só beneficia o Ceará; leia-se, só beneficia Ciro Gomes. O marido de Patrícia Pillar barganhou com Lula mais ou menos assim: vou deixar de ser oposição e ser teu ministro, mas vai ter que me liberar essa pra eu usar como arma de voto nas eleições de 2010, beleza?
A custa de uma distorção da natureza e o prejuízo de quatro estados que são servidos pelo velho Chico, a política brasileira apronta mais uma das suas. Triste.
A bem da verdade, pra mim essa transposição só beneficia o Ceará; leia-se, só beneficia Ciro Gomes. O marido de Patrícia Pillar barganhou com Lula mais ou menos assim: vou deixar de ser oposição e ser teu ministro, mas vai ter que me liberar essa pra eu usar como arma de voto nas eleições de 2010, beleza?
A custa de uma distorção da natureza e o prejuízo de quatro estados que são servidos pelo velho Chico, a política brasileira apronta mais uma das suas. Triste.
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segunda-feira, 24 de agosto de 2009
E ano que vem, hein?
Aí na última semana tivemos mais novela do Senado, que depois virou novela do PT. A Comissão de "Ética" absolveu Sarney, Mercadante não gostou e pediu pra sair da liderança do PT, Lula deu um pito e Merca voltou atrás. No meio disso tudo, Marina Silva sai do partido e como até minha vó já sabe a essa altura, ela é potencial candidata à presidência, provavelmente pelo PV.
Sem cair no clichê "o PT se vendeu", acho que essa parada foi o segundo grande baque do partido em sua história, sendo o mensalão o primeiro. Na eleição presidencial de 2006, eu achava complicado Lula se reeleger por causa do babado anterior, mas deu no que deu. Daí é fácil pensar agora que o Sarneygate vai complicar a candidatura de Dilma, ainda mais tendo Marina como rival, mas a essa altura não sei mais de nada.
Eu acho, acho, que a eleição do ano que vem bem mais difícil que a de 2006. Primeiro: não é mais Lula a candidata, e sim Dilma, e contra ela pesam fatores como: ser nova nessa brincadeira de presidente; não fazer o PAC emplacar, tanto na prática quanto nas mentes das pessoas; a doença dela, que pode eleitoreiramente ser boa ou ruim, a saber; esse caso da secretária da Receita queimando um pouco mais o filme dela; e o temperamento explosivo.
Segundo: os rivais de Dilmão vão ser pesados. Além de Marina - que tá cheia de sangue nos óio para aporrinhar Dilmão na campanha e terá o meio ambiente (que tá na moda) como plataforma de governo - há ainda Serra, que definitivamente não é o Serra de 2002. O período como governador de São Paulo deixou o sr. Burns brasileiro bem mais cheio de munição para divulgar (lei antifumo-mo-mo-mo...).
E se a pendenga Globo x Record continuar, aí que teremos uma eleição caprichada. Parece não ter nada a ver com resto, mas terá sim. Como, eu não sei, mas nada nesse mundo conspirador é por acaso.
Sem cair no clichê "o PT se vendeu", acho que essa parada foi o segundo grande baque do partido em sua história, sendo o mensalão o primeiro. Na eleição presidencial de 2006, eu achava complicado Lula se reeleger por causa do babado anterior, mas deu no que deu. Daí é fácil pensar agora que o Sarneygate vai complicar a candidatura de Dilma, ainda mais tendo Marina como rival, mas a essa altura não sei mais de nada.
Eu acho, acho, que a eleição do ano que vem bem mais difícil que a de 2006. Primeiro: não é mais Lula a candidata, e sim Dilma, e contra ela pesam fatores como: ser nova nessa brincadeira de presidente; não fazer o PAC emplacar, tanto na prática quanto nas mentes das pessoas; a doença dela, que pode eleitoreiramente ser boa ou ruim, a saber; esse caso da secretária da Receita queimando um pouco mais o filme dela; e o temperamento explosivo.
Segundo: os rivais de Dilmão vão ser pesados. Além de Marina - que tá cheia de sangue nos óio para aporrinhar Dilmão na campanha e terá o meio ambiente (que tá na moda) como plataforma de governo - há ainda Serra, que definitivamente não é o Serra de 2002. O período como governador de São Paulo deixou o sr. Burns brasileiro bem mais cheio de munição para divulgar (lei antifumo-mo-mo-mo...).
E se a pendenga Globo x Record continuar, aí que teremos uma eleição caprichada. Parece não ter nada a ver com resto, mas terá sim. Como, eu não sei, mas nada nesse mundo conspirador é por acaso.
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Parabéns, David Palmer!!
Aeeeeeee!
Vaza, Bush!!
Protege o cara, Jack Bauer! Ele vai precisar pelos próximos anos, pois o que não falta no mundo é racista psycho!
Eu sei que não é garantia de nada. Lembro bem da minha inocente felicidade com a aclamada eleição de Luiz Inácio, em 2002, e... enfim, deu no que deu. E democratas também não são anjinhos. Mas enfim, acho que uma cara novo, disposto e (aparentemente) bem intencionado como Obama pode trazer, sim, alguma mudança significativa.
E unindo o útil ao agradável, ou seja, a contagem regressiva para o show do R.E.M. em São Paulo, vamos ver a homenagem que Michael Stipe & cia. fez a Barack em show no Chile - essa até Salvador Allende deve ter curtido, lá do céu dos mortos políticos.
When I was young and full of grace
And spirited - a rattlesnake
When I was young and fever fell
My spirit, I will not tell
You're on your honor not to tell
I believe in coyotes and time as an abstract
Explain the change, the difference between
What you want and what you need, there's the key,
Your adventure for today, what do you do
Between the horns of the day?
I believe my shirt is wearing thin
And change is what I believe in
When I was young and give and take
And foolish said my fool awake
When I was young and fever fell
My spirit, I will not tell
You're on your honor, on your honor
Trust in your calling, make sure your calling's true
Think of others, the others think of you
Silly rule golden words make, practice, practice makes perfect,
Perfect is a fault, and fault lines change
I believe my humor's wearing thin
And change is what I believe in
I believe my shirt is wearing thin
And change is what I believe in
When I was young and full of grace
As spirited a rattlesnake
When I was young and fever fell
My spirit, I will not tell
You're on your honor, on your honor
I believe in example
I believe my throat hurts
Example is the checker to the key
I believe my humor's wearing thin
And I believe the poles are shifting
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domingo, 2 de novembro de 2008
Leave Obama alooone!
Eu sou brasileiro, nunca fui aos Estados Unidos (e acho que eles nem me deixariam entrar lá), nunca peguei num dólar na vida e quero que os estadunidenses se explodam com todo o resto de petróleo do mundo - mentira, não quero isso porque eles criaram o rock n' roll, os super-heróis e o cinema blockbuster, mas às vezes o pensamento me ocorre.
Mas tenho acompanhado as eleições nos EUA e sim, queria que Barack Obama vencesse. Não sei medir o que isso mudaria para melhor no mundo, mas só sei que Jonn Kennedy, Jimmy Carter e Bill Clinton foram presidentes legais, e eram democratas; e Nixon, Reagan e a família Bush eram/são uns escrotos fazedores de guerras, e eram republicanos. Logo, a lógica me impele a torcer pelo negão.
Falando em negão, acho esquisito que de repente, a mídia tem falado muito no racismo dissimulado que faz muito americano dizer que vota em Obama, mas na hora H, vai votar no McCain, e que por isso o favorito poderá perder.
Ok, essa teoria faz todo o sentido, mas sabe quando você conta tanto uma história que as pessoas começam a achar que é verdade? E se essa análise foi plantada com a intenção de realmente despertar o racismo latente dos ianques para eles se "tocarem"? "Puxa, é mesmo, lá ia eu votar naquele nego safado... vou nada, rapaz! Ainda bem que o jornal me lembrou disso!"
E tenho medo disso porque pode estar acontecendo. A vantagem de Obama está caindo nas últimas pesquisas. Outra coisa é que McCain tem Sarah Palin, essa vice tão sem noção que acho que pode acabar chamando voto pelo lance da bizarrice, que nem a gente aqui votando em Sérgio Mallandro, Netinho de Paula e afins.
Só sei que eu não agüentaria por mais quatro anos um Chuck Norris wannabe no comando dos EU & A! Oremos!
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segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Tergiversações sobre as eleições
* Outra coisa bizarra da apuração é que no dia seguinte, tipo hoje, fica nos 99,9%. Alguém já acompanhou e viu isso chegar a 100% alguma vez?
* Gretchen não conseguiu se eleger prefeita de Itamaracá. Ou seja, o povo de lá não é tão bundão quanto se pensava.
* Novos vereadores de SP: Netinho de Paula,
* Pink do BBB 5 não se elegeu "veriadora" do Recife, mas em compensação, um tal de Menudo conseguiu. Olhaí, se você um dia quis ser vereador, "não se reprima, não se reprima..."
* Melhor notícia: Luciano Siqueira, um cabra que acho bom político e sujeito simpático, foi o segundo vereador mais votado do Recife. Má notícia: a paratleta Suely Guimarães não conseguiu também.
* Trash: Severino Cavalcanti é prefeito de João Alfredo.
* Tô torcendo por Gabeira no Rio, de verdade.
* E as eleições são tão ruins que dois cabras de Santa Catarina tiveram piripaque e mórreram no processo. E de que adianta? O mundo vai acabar mesmo...
* No mais, quero ver o especial de eleições do CQC de hoje. Beijomeliga!
UPDATE: Segundo o UOL, a apuração chegou a 100% hoje. Inri Cristo é pai!
UPDATE 2: Mas no TSE, ainda tá como 99,96% de voto apurado e 100% de municípios. Vai entender...
UPDATE 3: Mais do UOL: aqui fala mais do destino dos candidatos-celebridades.
UPDATE 4: Acho que agora foi. Direto do site do TSE:
Eleitores: 128.806.592 - Municípios: 5.563 - Seções: 371.874
Comparecimento: 128.802.321 (%100,00) - Totalizados: 5.563 (%100,00) - Apuradas: 371.874 (%100,00)
UPDATE 5: Não, ainda não foi. Culpa de Benedito Leite. Agora só dia 26. Tá bom, vou dar um tempo no meu TOC eleitoral e já volto.
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sábado, 4 de outubro de 2008
O melhor político tinha que ser fictício
Vice President Jim Prescott: Everybody is sure, Mr. President. Everybody but you.
President Palmer: Well, as it happens, I'm the only one who counts.
Eu não vou votar amanhã. No segundo turno em 2006, também não votei. Ambas as vezes justifiquei, pois não estava na cidade onde eu voto. Mas não fez diferença, pois meu voto nem o de ninguém serve de nada - aliás, serve sim: para colocarmos pessoas que se alimentam dos nossos impostos e os usam em mensalões, cartões corporativos e intervenções para salvar bancos e empresas falidas. Então deixo abaixo um texto* sobre o único político que se garante. É uma pena que ele não existe.
Com vocês, o criador de Barack Obama: David Palmer.
O político que fecha a série - rufem os tambores, parem as máquinas - é o presidente David Palmer, interpretado por Dennis Haysbert, na série “24 Horas”. Uma curiosidade: ele é o presidente ficcional preferido de candidato republicano John McCain - uma prova do espírito democrático deste blog, que é Obama desde criancinha.
Nas palavras de McCain para a revista “Entertainment Weekly”, assim é Palmer: “Ele é fabuloso. É um cara que toma decisões duras, assume a responsabilidade, está pronto para sacrificar seus interesses em favor dos interesses do país”. Mas, como bem notou a revista, Palmer também é negro e democrata. Haybert acredita, inclusive, que o personagem que interpreta abriu as portas para a candidatura de Obama.
“24 Horas” é, no geral, uma série conservadora, que defende o uso da tortura no combate ao terrorismo, como os próprios produtores já assumiram. É também portanto, um programa favorável à atual administração americana. Mas Palmer ocupava um lugar à parte na série: ele seguia seus valores independentemente da ideologia e dos conchavos políticos - e, por isso, ele ganhou o apreço de republicanos e democratas. Se Jack Bauer é o coração de “24 Horas”, Palmer era a razão. Digo era porque, como vários presidentes americanos, ele também foi assassinado - na quinta tempoara da série. Enfim, um nome digno para encerrar este especial. Obrigado pela leitura.
* texto de Ricardo Calil [link do blog dele aí no lado direito] que fez parte de uma série sobre presidentes do cinema e da TV
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
McCain tomou no papeiro
Do Ônibus Azul:
O comercial da campanha de John McCain que chama Barack Obama de celebridade e compara o democrata a Britney Spears e Paris Hilton, nota de ontem aqui, repercutiu mal em Hollywood, diz o Los Angeles Times. O relaçoes publicas Howard Bragman avalia que McCain está tentando usar a popularidade de Obama contra o proprio Obama -"Nao adianta, Obama é popular" - conclui. Segundo o LA Times, Hollywood nao vê o candidato democrata como uma celebridade, mas sim como um 'rock star'. Bono é um rock star, Obama é um rock star - define o jornal. Celebridade é a cantora Jessica Simpson, que aparece em capas de revistas de fofocas e é perseguida por paparazzi - explica.
A matéria aponta ainda uma ironia, que chama de 'pequeno constrangimento' - Rick e Kathy Hilton, pais de Paris, apoiam McCain e já fizeram doaçao para sua campanha.
O comercial da campanha de John McCain que chama Barack Obama de celebridade e compara o democrata a Britney Spears e Paris Hilton, nota de ontem aqui, repercutiu mal em Hollywood, diz o Los Angeles Times. O relaçoes publicas Howard Bragman avalia que McCain está tentando usar a popularidade de Obama contra o proprio Obama -"Nao adianta, Obama é popular" - conclui. Segundo o LA Times, Hollywood nao vê o candidato democrata como uma celebridade, mas sim como um 'rock star'. Bono é um rock star, Obama é um rock star - define o jornal. Celebridade é a cantora Jessica Simpson, que aparece em capas de revistas de fofocas e é perseguida por paparazzi - explica.
A matéria aponta ainda uma ironia, que chama de 'pequeno constrangimento' - Rick e Kathy Hilton, pais de Paris, apoiam McCain e já fizeram doaçao para sua campanha.
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quarta-feira, 30 de julho de 2008
Havaniiiiiiir... Havaniiiiiir.....
É... a campanha eleitoral começou mesmo. Havanir que o diga.
Aliás, já viu a tal da lista suja? Dá uma bisoiada no currículo de Malufão!
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